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29 de abril de 2015

A paz dentro de você... por Louise Hay


"Você deve entender que os ingredientes necessários para se obter a PAZ e ser FELIZ encontram-se dentro de você, porque Deus está na sua essência. Assim sendo, sua vida se tornará tão suave e tranquila que os problemas terão outra dimensão de sofrimento e consequentemente soluções mais adequadas.

Meus amigos, a vida é um grande mistério, que durante toda existência da Terra, tenta-se descobrir a sua verdadeira origem, portanto, seja qual for sua crença ou filosofia de vida, denomine a origem e existência da vida de Deus. Somos a essência dessa origem, repito, seja qual for a sua crença, mesmo se acharmos que somos uma mutação do macaco ou outro ser vivo, uma energia superior motivou esta mutação, seja química, física ou biológica. Então, vamos facilitar as coisas e chamar a tudo isso de Deus.

E este Deus que está em todo lugar e em todas as coisas, está dentro de nós e quando nos conscientizarmos disso, preenchemos nosso vazio interior; não precisamos usar ninguém como bengala para nos sustentar. Pelo contrário, estaremos fortalecidos para somar, dividir, enfim, comungar com os outros essa força vital.

Quando encontramos esta energia em nós, nunca mais experimentaremos sentimentos negativos de inveja, raiva, ciúme, ódio, baixa estima ou qualquer tipo de complexo. Mesmo que aconteça por qualquer circunstância, a recuperação é imediata porque entendemos que somos uno com Deus ou essa Energia Suprema.


Procure relaxar colocando-se em uma posição bem confortável, feche os olhos e respire profundamente. Veja como está entrando numa área cheia de paz e tranquilidade. Nesta área você encontra toda sua força, sua capacidade de criar, de mudar, de conquistar e de entender a Divindade que existe em você. Creia que tudo lhe será dado por acréscimo. Quando houver essa compreensão a felicidade fluirá em sua ações. É como um campo magnético, se estamos em sintonia positiva só atrairemos coisas positivas para nossa vida."


Louise Hay
Fonte:https://universonatural.wordpress.com

25 de junho de 2012

Ao Amadurecer...por Martha Medeiros


"Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma.
Estamos todos no mesmo barco.
Há no ar um certo queixume sem razões muito claras.

Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem.
De onde vem isso?

Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, Antônio Cícero, uma música que dizia:
"Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento".
Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite.

É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser.
Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.
As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes... Falsos sorrisos...

Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das angústias.
Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, ricos, sedutores.

"Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo".

Nesta era de exaltação de celebridades fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça.Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros,fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.

Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé?

Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista.
As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento!"

Martha Medeiros

1 de novembro de 2011

Medos imaginários!

"Bicho-papão existe?
Lógico que não, mas tem muita gente que morria de medo dele quando era criança. Infelizmente, muitas pessoas não avançam na vida por causa da ansiedade e dos medos imaginários. Resumindo: deixam de viver com medo do bicho-papão que pega gente grande.
MEDO - "São as vozes na sua cabeça, dizendo para você que as coisas não vão dar certo" O medo imaginário envolve a pessoa e a convida a parar. A ansiedade faz que ela perca o foco e comece a andar descontroladamente em círculos, sem chegar a lugar nenhum.

Imagine o que aconteceria se você mergulhasse em um rio com o objetivo de alcançar a outra margem e, na metade do percurso, desse de cara com os olhos esbugalhados de um jacaré vindo na direção oposta. O que faria?
Suas braçadas, antes provavelmente fortes e confiantes, seriam interrompidas de repente, assim como sua respiração. No meio do rio, seus olhos encontrariam os do jacaré e ficariam assim, por segundos intermináveis, à espera de um instante de distração do inimigo.

Nada o convenceria a seguir em frente enquanto aquele monstro de dentes pontiagudos permanecesse ali. Assim é o medo. Ele nos convida a parar e até mesmo voltar atrás. Mas de onde vem esse medo?

São as vozes na sua cabeça, dizendo para você que as coisas não vão dar certo.

Muitos familiares e professores vivem repetindo para a criança que as coisas são difíceis e, indiretamente, que ela não vai conseguir realizar seus desejos. Quando essa criança cresce e se torna um adulto, essas mensagens vão para seu inconsciente e continuam a pressioná-la. A pessoa não tem consciência dessas vozes, mas elas ficam criando fantasmas no caminho de seus projetos.

Esse jacaré que você pode estar vendo nada mais é que um pedaço de tronco ligeiramente apodrecido pelo contato prolongado com a água. O medo imaginário é apenas um tronco parecido com um jacaré. Por isso mesmo, você não deve dar-lhe o poder de fazê-lo desistir de seus sonhos.

Quando os jacarés aparecerem em seu caminho, resista à tentação de desistir da sua travessia. Olhe bem para eles e verá que são troncos velhos e inofensivos, incapazes de fazer estrago em sua vida.

Então, você me pergunta: “E a ansiedade, Roberto?”.

A ansiedade é uma agitação provocada pelo medo, que faz a pessoa agir impulsivamente, sem organização e disciplina. Uma pessoa ansiosa costuma lidar com as coisas de maneira precipitada, movimentando-se freneticamente quando deveria manter a calma.

Os filmes de faroeste de antigamente com frequência tinham um episódio no qual um dos personagens, mocinho ou bandido, entrava em um trecho de areia movediça. O bandido se debatia desesperadamente e acabava morrendo. O mocinho, quando era jogado na areia movediça, parava uns minutos para pensar, encontrava uma solução objetiva e escapava.
Ao cair na areia movediça, o pior erro da vítima é o desespero. Quanto mais ela se debater, mais seu corpo afundará. O segredo é controlar a ansiedade e se movimentar o mínimo possível, até que encontre a saída.

Se um trecho de areia movediça aparecer durante sua travessia do mangue, lembre-se de manter a calma e contar até dez. Tenha claro o seu objetivo e mantenha a sua estratégia, que os resultados virão no momento certo. Nos momentos de pressão, precisamos manter a calma e a determinação.

O medo e a ansiedade são os grandes inimigos da transformação. Causam estagnação ou desvios perigosos e, de uma forma ou de outra, impedem o fluxo natural da vida, afastando você da sua capacidade de crescimento pessoal."

Roberto Shinyashiki

9 de abril de 2011

CONSUMISMO

     
"Você já notou que, nos dias de hoje, os apelos são imensos para nos tornar cada vez mais consumistas?

        Nas revistas e jornais, no rádio, na televisão e na internet, os convites às compras parecem estar em toda parte.

        Nem mesmo nos elevadores e nas ruas estamos a salvo: outdoors, cartazes, painéis eletrônicos, folhetos e todo tipo de propaganda estão ao alcance de nossos olhos e mãos.

        É o excesso de nossos dias. Vivemos uma vida quase artificial, em que, aos poucos, a simplicidade e os valores reais vão sendo substituídos por coisas artificiais e passageiras.

        Em vez de nossas conversas com familiares e vizinhos, agora passamos horas em frente à televisão ou ao computador. Ficamos cegos para os que vivem ao nosso lado.

        Deixamos de ouvir o mundo, para nos isolar em fones de ouvido. E acabamos por nos tornar um pouco surdos para a realidade.

        E assim prossegue nossa vida, cada vez mais mecanizada, cada vez mais dirigida pelos produtos que compramos sem parar, estimulados pelos anúncios e propagandas.

        E isso não ocorre apenas com os adultos. As crianças são bombardeadas pela publicidade, já que se descobriu que elas influenciam poderosamente os pais, não só para comprar brinquedos, mas também para adquirir carros, eletrodomésticos e produtos alimentícios.

        Interessante lembrar que a publicidade nos faz acreditar que precisamos ter as coisas. Ela se infiltra em nós, comandando a vontade.

        Vale-se de conceitos importantes para o ser humano: aceitação, alegria, bem-estar.

        Por outro lado, a força da propaganda também nos atinge ao informar que, se não temos determinadas coisas ou serviços, somos infelizes ou excluídos de grupos sociais.

        Mas o problema não está nos publicitários ou nos anunciantes. Eles fazem o trabalho deles. O problema está em nós, que acreditamos e aceitamos, como verdades, os comerciais.

        É um caso de sintonia. Aceitamos passivamente a mensagem da publicidade e vamos além: nós nos identificamos com ela.

        Passamos a acreditar que seremos felizes somente se tivermos objetos caros ou de marcas famosas.

        Aos poucos, nos tornamos escravos da necessidade de comprar. Cosméticos, alimentos, aparelhos eletrônicos – tudo passa a ser objeto de desejo.

        É quando nos entregamos sem reservas à mensagem da publicidade.

        Para libertar-se dessa escravidão, temos a força de vontade, a capacidade de resistir e o livre-arbítrio.

        Por isso, Mestres Espirituais de todas as épocas, povos e religiões advertiram o homem para que combatesse os desejos desenfreados.

        Na Índia, Krishna e Buda alertaram sobre os desejos que comandam as ações humanas e recomendaram eliminá-los, a fim de alcançar a libertação.

        E Jesus de Nazaré advertiu que, onde estiver o nosso tesouro, aí estará o nosso coração.

        Se pusermos nosso foco em coisas, pessoas ou situações que desejamos, é a isso que estaremos vinculados, mesmo após a morte do corpo.

        Ao contrário, se nossa atenção estiver voltada para Deus, para a vivência da ética e dos valores do Espírito, certamente superaremos os desejos que aprisionam e caminharemos em direção à pureza e à alegria permanentes.

        Pense nisso!"

 Redação do Momento Espírita

25 de abril de 2010

ESVAZIANDO OS ARMÁRIOS DA NOSSA VIDA!


Todos os anos, há um momento em que olhamos nossos armários com um olhar crítico.

Olhamos aquelas roupas que não usamos há tanto tempo. Aquelas que
tiramos do cabide de vez em quando, vestimos, olhamos no espelho, confirmamos mais uma vez que não gostamos e guardamos de volta no armário.

Aquele sapato que machuca os pés, mas insistimos em mantê-lo guardado. Há ainda aquele terno caro, mas que o paletó não cai bem, ou o vestido "espetacular" ganho de presente de alguém que amamos, mas que não combina
conosco e nunca usamos. Às vezes tiramos alguma coisa e damos para alguém, mas a maior parte fica lá, guardada sabe-se lá porquê.

Um dia alguém me disse: tudo o que não lhe serve mais e você mantém guardado, só lhe traz energias negativas. Livre-se de tudo o que não usa e verá
como lhe fará bem.

Acontece que nosso guarda-roupa não é o único lugar da vida onde guardamos coisas que não nos servem mais. Você tem um guarda-roupa desses no interior da
mente. Dê uma olhada séria no que anda guardando lá.

Experimente esvaziar e fazer uma limpeza naquilo que não lhe serve mais.

Jogue fora idéias, crenças, maneiras de viver ou experiências que não lhe acrescentam nada e lhe roubam energia.
Faça uma limpeza nas amizades, aqueles amigos cujos interesses não têm mais nada a ver com os seus.

Aproveite e tire de seu "armário" aquelas pessoas negativas, tóxicas, sem entusiasmo, que tentam lhe arrastar para o fundo dos seus próprios poços de
tristezas, ressentimentos, mágoas e sofrimento.
A insegurança dessas pessoas faz com que busquem outras para lhes fazer companhia, e lá vai você junto com elas.

Junte-se a pessoas entusiasmadas que o apoiem em seus sonhos e projetos pessoais e profissionais.
Não espere um momento certo, ou mesmo o final do ano, para fazer essa "faxina interior".
Comece agora e experimente aquele sentimento gostoso de liberdade.

Liberdade de não ter de guardar o que não lhe serve.
Liberdade de experimentar o desapego.
Liberdade de saber que mudou, mudou para melhor, e que só usa as coisas que verdadeiramente lhe servem e fazem bem.

Desconheço o nome do(a) autor(a)

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